Acervo
Caro Visitante, apresento a seguir várias fotos do meu acervo.
Talvez não sejam as mais belas dos meus cliques. Mas, todas tem algum significado para mim.
Essa é uma das casas onde gosto de passar alguns dias de férias no mês de julho. O Nunuca (In Memorian), filho mais velho do Tio Chico Arantes, sempre me recebeu com muito carinho em sua casa. Dona Dinorah, a matriarca, continua com a mesma atenção, sempre que apareço por lá. Realmente é um lugar muito tranqüilo; não tenho nem vontade de voltar para a cidade grande.
Ela fica florida exatamente na Quaresma: Período de quarenta dias, compreendido entre Quarta-feira de Cinzas e Domingo de Páscoa
Bairro de Barbacena, onde passei parte da infância, quando vim de Cipotânea- MG, em 1959 - A foto é mais recente. É do ano de 2001.
Rio Brejaúba na Localidade de Jabuticaba, Cipotânea. É o local do rio, onde quando pequeno tomava banho as escondidas dos meus avós. A pedra servia para tomar sol após o banho.
Essa foto é uma das mais importantes do acervo. Também, foi uma das mais difíceis de fotografar. Essa garotada estava dispersa; jogando bola alguns e outros soltando pipa. Depois de quase uma hora consegui agrupa-los para o clique.
Acho que essa seja a mais antiga Escola de Agricultura e Agronomia do Brasil. O meu pai (Senhor Pereira: In Memorian), queria muito que eu estudasse lá. Eu tinha quinze ou dezesseis anos. Estudei durante três meses em um curso preparatório e particular, para ingressar naquela respeitada Instituição de Ensino Público. Não deu certo; vim para o Teatro.
Cipreste é o termo genérico aplicado a uma grande variedade de espécies de árvores coníferas da família das Cupressaceae,
ou família dos ciprestes, muito utilizadas como árvores ornamentais e
para a produção de madeira.
Palmeira Imperial às margens da pequena estrada próximo à Fazenda do Piranguinha, na Brejaúba, Cipotânea.
Há um fato curioso sobre a Ponte de Ferro: ela deveria ser instalada em São Caetano do Sul, São Paulo. Mas, há mais de cinqüenta anos, foi levada para São Caetano do Xopotó (hoje Cipotânea). Ela faz a ligação do Centro a várias localidades e vários bairros da cidade, passando sobre o Rio Xopotó.
Esse galo posou quando percebeu que seria fotografado. Era do meu primo Geraldo, filho do Chico Arantes. Passados dois anos, o galo acabou na panela. Não participei da comilança do bichinho.
Grupo de Congada de São Benedito, aguardando a hora da apresentação na principal praça de Cipotânea. Eles se apresentam várias vezes ao ano, em quase todas as festividades da pequena cidade e de cidades vizinhas.
Fachada do Teatro do Bixiga, em São Paulo. Teatro onde iniciei minha trajetória profissional como iluminador em 1978.
O Astro Rei no fim do dia banhando o lago da Represa da Usina de Ilha Solteira.
O Ocaso.
Essa casa humilde no bairro do Botafogo em Barbacena, serviu de residência da nossa família por muitos anos. Lá foi a última casa que morei na cidade. Em janeiro de 1968 parti para São Paulo, aos vinte anos em busca dos meus sonhos: Teatro, teatro, teatro...
Quando a igreja estava em obras, eu moleque da roça, com sete anos de idade, tomei uma dose de coragem e subi pelos andaimes (de madeira), até a torre. Queria ver tudo lá de cima. As pernas tremiam porque era muito alto. Claro que subi escondido da minha avó Inácia. Aproveitei o horário da missa das dez para realizar minha façanha. Se minha avó me pegasse, certamente eu levaria uma surra. Isso foi em 1955, há mais de meio século.
Esse túnel fica nas proximidades de Barbacena no Distrito de Pinheiro Grosso. Íamos pela Estrada de ferro e atravessávamos o túnel meu pai e eu. Ele ia pegar passarinho em uma época que não era proibido. Meu pai curtia muito: canário da terra (cabecinha de fogo), curió, azulão e pintassilgo. Em nossa casa havia um grande viveiro no quintal e gaiolas espalhadas pela casa. Era uma cantoria dos pássaros todos os dias. A casa sempre tinha visitas para conhecer as espécies e ouvi-las cantar. Morávamos no bairro Andaraí.
Essa casa ficava na localidade da Jabuticaba em Cipotânea. Ali passei parte da minha infância, não que eu morasse lá. Durante muitos anos, minha avó e eu íamos quase todos os dias à casa do Tio Chico, irmão da minha avó. Havia época em que eu ficava lá até por uma semana. Relato com mais detalhes em páginas do Livro, breve no Site.
Ela com cinco anos e ele com dois anos, na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Isso foi em 1978, numa época em que era muito bom passear no Rio. Não havia as loucuras que há hoje em dia. Voltei à Cidade Maravilhosa anos depois trabalhando com teatro.
O Estado de Minas Gerais é tão fértil que até nasce árvore em pedra. Essa está localizada às margens de uma pequena estrada de Campolide em Barbacena, nas proximidades do Rio das Mortes.
Ela está localizada na Barra em Cipotânea, sobre o Rio Brejaúba. O Tio Marim caiu dessa pinguela e morreu afogado. Relato o fato na página 12 do livro “Trajetória de Azambuja Calado” (aqui no Site).
A camiseta que estou usando foi patrocinada.
A foto foi clicada por Wanderson Santiago dos Reis.
Foto tirada na área externa da Escola Agrotécnica Federal de Bambuí - MG, atualmente Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí .
Nessa lagoa existem várias espécies de peixes e aves aquáticas.
Eu estava na casa do Flávio Gonçalves, em São Sebastião-SP, para uns dias de folga. Foi o próprio Flavinho quem fez o clique. O Frank era um cão da raça Doberman. Era um doce de animal. Quando o conheci; latiu forte, mostrou os dentes...e, depois ficamos amigos para sempre. Até banho, permitiu que eu desse nele. Grande Frank. Aliás, dei banho nele e na sua companheira Safira, da mesma espécie.
Essa foto foi tirada no Campus “Luiz de Queiroz” da USP Piracicaba-SP. O detalhe é o espelho: Um pequeno lago atrás do prédio principal da Faculdade, em Maio de 1998.
Essa é outra foto tirada na Escola Agrotécnica Federal de Bambuí. Momento de descanso para as cabras leiteiras.
Carregado de milho. Milho esse , que será guardado no velho paiol da Casa da Barra, onde moram Zé Geraldo, sua esposa Lúcia e seus filhos: Simone, Rafael e Daniel.
Fazenda do Sodé Arantes no Vaivém em Cipotânea.
A fazenda foi reconstruída recentemente. Compare com a antiga fazenda na foto Nº 4 de: Fotos do Livro.
Ponte recém construída sobre o Rio Brejaúba, ligando os Arantes aos Barretos, na Jabuticaba em Cipotânea. Essa ponte substituiu a velha pinguela que existia há mais de um século, na qual fazíamos a travessia do referido rio.
Pequena estrada na Barra, em Cipotânea.
Essa foto talvez venha ser a capa do meu próximo livro: “Veredas do Xopoto”